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GOOGLE VAI ACABAR COM A VERSÃO DOMÉSTICA DO GOOGLE+

O motivo da desativação da rede social, o que acontecerá nos próximos dez meses, é um bug em APIs que permitiu vazamentos de dados.

O Google vai desligar, nos próximos dez meses, a versão para usuários domésticos de sua rede social Google+. A decisão foi tomada depois que dados de até 500 mil usuários podem ter sido expostos a desenvolvedores externos por um bug que estava presente há mais de dois anos em seus sistemas. A empresa informou hoje,8, em um blog que descobriu e consertou o vazamento em março deste ano e que não tinha evidência de uso indevido de dados de usuários ou de que qualquer desenvolvedor tenha explorado a vulnerabilidade. A versão corporativa será mantida.

As ações de sua controladora Alphabet Inc, no entanto, caíram 1,5 %, em resposta ao mais recente episódio envolvendo privacidade de dados de usuários de empresas estadunidenses de tecnologia.

Segundo o Wall Street Journal, que citou documentos internos da empresa, o Google optou por não divulgar o problema com suas Interfaces de Programa de Aplicação (APIs), em parte devido ao temor de ter que enfrentar o questionamento de autoridades regulatórias.

De acordo com o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR), em vigor desde 25 de maio deste ano, portanto após o vazamento constatado pelo Google, se dados pessoais forem violados, uma empresa precisa informar uma autoridade supervisora dentro de 72 horas, a menos que a violação não resulte em risco aos direitos e liberdade dos usuários.

O Google disse que uma falha de software no site social deu aos desenvolvedores externos acesso potencial a dados privados do perfil do Google+ entre uma grande reformulação em 2015 e março de 2018, quando investigadores internos descobriram e corrigiram o problema.

Os dados afetados foram limitados a campos estáticos e opcionais do perfil do Google+, incluindo nome, endereço de e-mail, ocupação, sexo e idade. (Com noticiário internacional)

(Fonte: TELESÍNTESE DA REDAÇÃO ) - 08/10/2018
Rede 4G LTE é menos segura do que usuários acreditam

Como a rede baseada em identidade pode proteger conexões LTE contra ataques

Com mais de 200 mil torres de celular instaladas nos Estados Unidos, a questão levantada pela Verizon em uma campanha publicitária de sucesso de 2011 foi respondida afirmativamente pela esmagadora maioria do país: “Você pode me ouvir agora?”. Mas na esteira de um novo mundo sem fio superconectado, surgiram algumas outras questões:

Quão segura é toda essa cobertura sem fio?

Que tipos de brechas de ataque existem?

Uma descoberta recente de especialistas em segurança da Ruhr-Universität Bochum, na Alemanha, e da Universidade de Nova York Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, determinou que as redes sem fio que a população usa sem hesitação são potencialmente vulneráveis a ataques de hackers em todo o mundo.

Talvez o motivo de preocupação mais alarmante descoberto por esses pesquisadores seja um ataque de falsificação de DNS conhecido como o ataque aLTEr. Nesse caso, o hacker finge ser uma daquelas torres de celular para o usuário, ao mesmo tempo em que se posiciona como usuário da rede sem fio. É um hack clássico do tipo man-in-the-middle (MitM). A partir disso, as atividades sem fio de um usuário podem ser interceptadas e direcionadas para sites mal-intencionados.

Ou seja, existe uma falsa sensação de segurança ao usar redes 4G LTE. No entanto, essa ingenuidade é completamente compreensível, porque praticamente qualquer operadora de telefonia móvel - grande ou pequena – fala sobre sua suposta “segurança de alto nível” implementada para proteger suas redes.

Este é o problema: o ataque ALTERO foi executado com sucesso em uma rede sem fio supostamente "segura". A razão é que as operadoras só criptografam os dados do usuário LTE no modo contador. Os dados não são protegidos por integridade, o que permite que o hacker interrompa a criptografia. Pior ainda, essa foi apenas uma das três formas de vulnerabilidade expostas por especialistas em pesquisa.

Talvez alguns usuários pensem: "Bem, quem se importa com o 4G LTE? O 5G está chegando em breve de qualquer maneira”. Em primeiro lugar, as primeiras redes 5G não devem ser amplamente implantadas até por volta de 2021. Segundo, embora seja verdade que o 5G suporta criptografia totalmente autenticada, não é obrigatório, o que significa que a maioria das operadoras não se esforça para adicioná-lo.

Felizmente, uma solução melhor para confiar na segurança sem fio fornecida pelas operadoras já está disponível; um que faz com que o ataque seja totalmente impotente.

Redes ativadas pelo protocolo de identidade de host (HIP)

Após muitos anos de testes e desenvolvimento, o protocolo HIP (Host Identity Protocol) foi oficialmente ratificado pela IETF (Internet Engineering Task Force) em 2015 e atua como segurança rígida contra todos os ataques a redes sem fio, incluindo ALTEr. O HIP permite uma sobreposição privada totalmente criptografada e móvel que torna a rede invisível para todas as fontes externas potencialmente mal-intencionadas.

As redes tradicionais sempre foram sujeitas a uma falha inerente, que é o endereço IP conectável, mas extremamente inseguro. Ao substituir o endereço IP vulnerável por uma entidade criptográfica que não pode ser manipulada por criminosos, o HIP pode efetivamente conectar, segmentar e encobrir redes sem fio e com fio de qualquer tipo. Esta é uma solução de rede baseada em identidade, em vez do modelo aberto, baseado em endereço, que foi construído há muitos anos.

As redes habilitadas para HIP eliminam a fé cega envolvida na confiança das operadoras de telefonia móvel para proteger a comunicação móvel e o uso da Internet. Enquanto os usuários estiverem operando a partir da sobreposição privada baseada em identidade, sua atividade permanecerá invisível para os hackers, independentemente do tipo de que a operadora fornecer.

Como uma identidade criptográfica exclusiva é atribuída a cada dispositivo ou terminal, os usuários também podem migrar da rede corporativa local para o Wi-Fi público, a nuvem ou qualquer outro local, permanecendo totalmente seguros. Isso torna uma solução baseada em HIP infinitamente móvel e também segura.


(Fonte: Marc Kaplan, CSO (EUA)) - 08/10/2018
Como excluir URLs de preenchimento automático dos buscadores

Lista de sugestões pode ser incômoda, mas há atalhos simples que podem resolver isso

A maior parte das pessoas faz muitas pesquisas online. Com isso, a função de preenchimento automático na barra de endereços é preenchida com URLs e sites visitados que nunca mais serão visitados. É fácil apagar todos os URLs, mas excluir apenas alguns não é tão fácil assim. Confira como fazer isso em diferentes buscadores:

Chrome

Para excluir um único URL sugerido automaticamente, basta digitar o endereço como faria normalmente. Em seguida, quando a sugestão de preenchimento automático indesejado aparecer, usar as teclas de seta do teclado para destacar a sugestão no menu suspenso abaixo da barra de endereço. Finalmente, pressionar Shift-Delete para deletá-la.

Firefox

O mesmo conceito básico usado para excluir sugestões de preenchimento automático no Chrome também se aplica ao Firefox. Ao começar a digitar o URL, destacar o URL com erro de digitação no menu suspenso quando ele aparecer. Mas, em vez de pressionar Shift-Delete, basta pressionar o botão Excluir.

Internet Explorer

Não há uma maneira confiável de eliminar URLs sugeridos automaticamente do Microsoft Edge, mas a limpeza automática do Internet Explorer funciona. Ao destacar um endereço no menu suspenso, basta clicar no “X” do lado direito.

Ópera

O método de exclusão de URLs do Opera é muito semelhante ao do Internet Explorer. Basta realçar o URL na barra de endereço e procurar por um x na extrema direita.

No Opera, este método funciona apenas para sites no histórico. Não inclui sugestões retiradas dos favoritos ou do mecanismo de pesquisa padrão. Assim como a maioria dos outros navegadores, a sugestão permanecerá na barra de endereço depois de ser excluída da lista suspensa, mas um realce rápido e backspace a excluem para sempre.


(Fonte: Ian Paul, PC World (EUA)) - 01/10/2018
Hacker adolescente que atacou Apple escapa da cadeia


O advogado de defesa do garoto alegou que ele hackeou a Apple não por malícia, mas por causa da sua fascinação pela empresa

O adolescente que invadiu os sistemas da Apple e roubou informações confidenciais da empresa no mês passado se safou da prisão na Austrália - ele foi condenado a oito meses de liberdade condicional. O jovem já tinha se declarado culpado por ter acessado 90GB (Gigabyte) de dados da Apple.

Apesar de hoje ele já ser um adulto, quando começou a hackear a empresa, em junho de 2015, o jovem tinha 16 anos. A sentença da liberdade condicional foi dada pelo órgão responsável por casos envolvendo crianças na Austrália - além da condenação, as autoridades tentaram conscientizar o garoto do quão sério e agressivo foi o seu ataque hacker.

A agência de notícias Bloomberg afirmou que o advogado de defesa do adolescente alegou que ele hackeou a Apple não por malícia, mas por causa da sua fascinação pela empresa e pelo seu amor a informações sobre tecnologia.

A história não termina com essa condenação: o promotor do caso afirmou que as autoridades ainda estão investigando o ataque. Mais pessoas podem ser acusadas, como um segundo adolescente que supostamente foi cúmplice no caso.



Logo da Apple projetado eletrônicamente no Nasdaq Market Site depois do fechamento do pregão em Nova York, EUA 02/08/2018 REUTERS/Mike Segar
Foto: Reuters

(Fonte: Redação Link) - 01/10/2018
Governo lança campanha para combater fake news sobre vacinação

Ação visa expor mentiras e boatos disseminados nas redes sociais sobre a vacinação e mostrar a importância da imunização

Para além das notícias falsas sobre política que circulam as redes sociais, há conteúdo duvidoso que coloca a saúde pública em risco. Para endereçar este problema, o Governo brasileiro iniciou uma nova campanha digital para combater boatos e mentiras a respeito das vacinas oferecidas na rede pública. A ação será publicada nas redes do governo com o objetivo de expor fake news e mostrar a importância da imunização.

Além de peças gráficas, foram produzidos vídeos que buscam sensibilizar as pessoas em relação à importância de checar as informações e não acreditar em boatos. Segundo o secretário de Comunicação Digital e Inovação da Presidência da República, Wesley Santos, a nova ofensiva contra as fake news vai escancarar as mentiras disseminadas sobre as vacinas e mostrar como é importante verificar as informações que passamos adiante. “Muita mentira está sendo divulgada, e quem não tem o hábito de checar acaba se tornando vítima dessa desinformação. Queremos mostrar que nem tudo que chega para

as pessoas é verdade, especialmente quando falamos de saúde pública”, comenta.

A nova campanha traz exemplos de mentiras que circulam na internet – especialmente em aplicativos de mensagens – e propõe que o usuário reflita antes de compartilhar qualquer mensagem. Entre as fake news, destacam-se, por exemplo, informações de que as imunizações são desnecessárias. Para esclarecer os cidadãos, a notícia falsa é rasurada no vídeo e carimbada com a mensagem “Quem compartilha fake news compartilha absurdos como esse”.

Para checar outras notícias, cidadãos podem contar diretamente, desde o mês passado, com um canal de Whatsapp exclusivo, chamado “Saúde sem Fake News”. Nele, é possível consultar se determinadas informações que são repassadas em grupos são verdadeiras ou falsas pelo número (61) 99289-4640.

(Fonte: Da Redação) - 24/09/2018
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O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.