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Funcionários do Facebook vão trabalhar remotamente até julho de 2021

A empresa também afirmou que vai disponibilizar US$ 1 mil adicionais para seus funcionários, a fim de cobrir os custos do home office

O Facebook anunciou nesta sexta-feira, 7, que seus funcionários poderão trabalhar remotamente até julho de 2021, por conta da pandemia do novo coronavírus. Desde o começo da quarentena, em março, quase todos os 48 mil funcionários da companhia estão trabalhando de casa.

"Com base na orientação de especialistas de saúde e do governo, bem como nas decisões extraídas de nossas discussões internas sobre esses assuntos, estamos permitindo que os funcionários continuem trabalhando voluntariamente em casa até julho de 2021", afirmou um porta-voz da empresa em comunicado nesta sexta.

O Facebook também afirmou que vai disponibilizar US$ 1 mil adicionais para seus funcionários, a fim de cobrir os custos do home office.

Em março, o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, revelou planos de manter o trabalho remoto mesmo após a pandemia. "Acho que é possível que nos próximos 5 a 10 anos a gente permita que cerca de metade da empresa trabalhe remotamente de forma permanente", disse Zuckerberg em um entrevista com site The Verge à época.

No mês passado, o Google também anunciou que vai manter a vasta maioria de seus 200 mil empregados e funcionários terceirizados trabalhando de casa até julho de 2021. A decisão afeta não apenas os funcionários do Google, mas também de todas as empresas da Alphabet, holding que controla a gigante de buscas.

(Fonte: Redação Link - Estadão) - 10/08/2020
Cinco aprendizados que a comunicação interna tiraram dessa pandemia

Ainda é cedo, mas já podemos aprender algumas lições com os últimos meses e traçar táticas para nos reinventarmos intermamente.

Ainda é cedo para falarmos que já está claro como será o “novo normal”, mas certamente já podemos aprender algumas lições com os últimos quatro meses e traçar táticas para nos reinventarmos.

Dentre os diversos atores que cumpriram um papel essencial durante a crise, a comunicação interna das empresas ganhou um posto de destaque. Contar com uma CI estruturada e atuante se tornou crucial para manter o engajamento e a produtividade, alinhar as mensagens e cuidar da saúde mental dos profissionais e da cultura organizacional. Tudo isso se tornou fundamental para manter a reputação positiva e contribuir para que as empresas continuem caminhando neste momento. Para muitas companhias, nem todos os planejamentos funcionaram ou conseguiram seguir com sucesso, mas ainda há tempo de repensar novas rotas e aprender com o que já passou.

Abaixo, listo cinco aprendizados que a comunicação interna teve com a covid-19:

1 – Estratégia humanizada: pessoas em primeiro lugar. Esse foi um aprendizado que muitas empresas tiveram durante o pico da pandemia. Nunca se discutiu tanto a necessidade de uma cultura interna humanizada e estratégias que olham com mais atenção para a saúde física e também mental dos colaboradores. Principalmente neste cenário, onde muitas pessoas se viram afetadas. A comunicação tem que ter um papel de empatia.

De acordo com a quinta edição do Estudo Global de Tendências de Talentos, a experiência do funcionário é a principal prioridade do RH e 58% das organizações estão passando por mudanças para se tornarem mais centradas nas pessoas, mas ainda apenas 29% dos líderes de RH têm uma estratégia de benefícios de saúde e bem-estar estruturada. Por isso, é importante continuar desenvolvendo essa estratégia mais humana, para que isso vire comportamento diário em todas as corporações.

2 – Adotar a transformação digital: a quarentena e a mudança para o modelo a distância representaram também uma passagem forçada para o digital. Empresas que já estavam preparadas para esse transformação se saíram melhor e outras precisaram se adaptar rapidamente. Do ponto de vista estratégico, todas as soluções inovadoras tecnológicas, como por exemplo o Zoom e outras ferramentas online, foram responsáveis por manter muitos negócios funcionando.

Com as restrições de deslocamento e mobilidade, o RH e a comunicação interna precisaram se modernizar para atingir todos os colaboradores fora do espaço físico. O resultado? Cerca de 90% das empresas intensificaram o uso da comunicação digital com a criação de canais, plataformas e redes sociais corporativas.

3 – Comunicação transparente: a crise trouxe um momento de muitas incertezas e a comunicação se mostrou essencial para trazer não apenas conforto, mas direcionamento para toda a equipe. Uma comunicação constante e principalmente transparente durante um momento de crise mostra aos colaboradores que eles não estão sozinhos e que a companhia está ciente e preparada para lidar com todos os possíveis cenários. A transparência na comunicação também está diretamente ligada a sensação de confiança entre a equipe e a liderança, interferindo diretamente na produtividade e engajamento.

4 – Capacidade de analisar e prever cenários: um período de crise deixa evidente como um bom planejamento pode ser um diferencial. Se em um primeiro momento o susto da pandemia fez com que diversas companhias corressem para revisitar suas estratégias, agora muitas já se sentem mais preparadas e capazes de analisar os diversos cenários e se preparar para o que pode surgir. Para esses dias, só podemos contar com o imprevisível e a capacidade de lidar com as mudanças está entre as habilidades que todos os gestores e líderes tiveram que desenvolver.

5 – Flexibilidade: se hoje o home office se tornou uma prática comum e até mesmo definitiva para muitas empresas, essa transformação só aconteceu devido a necessidade do distanciamento social. Uma Pesquisa da startup Pulse concluiu que 78% dos brasileiros se sentem mais produtivos trabalhando remotamente. Outro estudo, do Capterra, software da consultoria Gartner, detectou que, para 70% dos gerentes, as empresas poderiam funcionar em seu pleno potencial com uma equipe totalmente remota.

A flexibilidade do modelo de trabalho ainda vai ser pauta no pós-pandemia. Muitos falam sobre um possível modelo híbrido, entre presencial e home office, enquanto outros preferem a prática a distância como opção prevalente. Nessa discussão, existe um consenso frequente: as mensagens precisam atingir os colaboradores além do espaço físico do trabalho.

A comunicação interna certamente vai se tornar ainda mais estratégica daqui para frente. Novas formas de comunicação devem ser adotadas para suprir as necessidades do mercado de trabalho. Dar voz aos colaboradores, estimulando o sentimento de pertencimento e que aproxime a empresa e seus colaboradores será cada vez mais importante.

Por André Franco é CEO do Dialog.ci, startup responsável por desenvolver uma plataforma online de comunicação interna e RH para melhorar o engajamento dentro das empresas

(Fonte: Por ADnews) - 10/08/2020
REMESSAS MUNDIAIS DE PCS AUMENTARAM 2,8% NO 2º TRIMESTRE

Mercado retoma crescimento graças à forte demanda por PCs móveis e começa recuperação após interrupções na cadeia de suprimentos causadas pela COVID-19

As remessas globais de PCs totalizaram 64,8 milhões de unidades no segundo trimestre de 2020, o que significa um aumento de 2,8% em relação ao mesmo período de 2019, de acordo com pesquisa da consultoria Gartner. Após declínio significativo no primeiro trimestre do ano, devido às interrupções da cadeia de suprimentos causadas pela COVID-19, o mercado de computadores pessoais voltou a crescer, à medida que os fornecedores reabasteceram seus canais e a demanda por PCs móveis aumentou.

“O segundo trimestre de 2020 representou uma recuperação de curto prazo para o mercado mundial de PCs, liderada por um crescimento excepcionalmente forte na Europa”, avalia Mikako Kitagawa, Diretor de Pesquisa do Gartner. “Depois que a cadeia de suprimentos de PCs foi severamente interrompida no início de 2020 por conta da pandemia da COVID-19, parte do crescimento deste trimestre deveu-se ao reabastecimento de suprimentos de distribuidores e canais de varejo para níveis quase normais”, diz.

Além disso, o crescimento do setor de PC móvel foi particularmente forte, impulsionado por vários fatores, incluindo a continuidade dos negócios para trabalho remoto, educação online e necessidades de entretenimento dos consumidores.

Mas o aquecimento não deve perdurar, diz o especialista. “Esse aumento na demanda de PCs móveis não continuará além de 2020, uma vez que essas remessas foram impulsionadas principalmente pelas necessidades de negócios de curto prazo geradas pelo impacto da pandemia do coronavírus”, prevê.

No segundo trimestre de 2020, a Lenovo e a HP compartilharam a posição número 1 no mercado mundial de PCs, devido ao forte crescimento da HP no trimestre. Juntas, as companhias foram responsáveis ??por metade das remessas de PCs no período, contra 46,6% registrado no segundo trimestre de 2019.

Estimativas preliminares de remessas mundiais de unidades de fornecedores de PC para o segundo trimestre de 2020 (em milhares de unidades)

A Lenovo manteve a posição número 1 no mercado mundial de PCs, ao lado da HP, com crescimento de 4,2% no acumulado de ano a ano em suas remessas mundiais. Isso foi resultado de um crescimento de dois dígitos na região da Europa e de mais de 50% nas remessas de PCs móveis.

Após um declínio significativo no primeiro trimestre de 2020 devido às restrições da cadeia de suprimentos, a HP registrou crescimento na comparação ano a ano no segundo trimestre, ao se recuperar desses problemas de abastecimento. Também se destacou nos mercados da Europa e nos Estados Unidos, impulsionado pela demanda dos consumidores por PCs.

As remessas mundiais da Dell caíram no segundo trimestre de 2020, representando seu primeiro declínio em comparação ano a ano desde o primeiro trimestre de 2016. As remessas da empresa cresceram na região da Europa e no Japão, mas caíram em todas as outras regiões, com a queda mais acentuada na América Latina (20%). Em muitas regiões, os PCs móveis da Dell apresentaram crescimento de dois dígitos, o que foi compensado por um declínio significativo nas remessas de desktops.

TV POR ASSINATURA: 67 MIL CLIENTES DESLIGADOS EM JUNHO

Cabo foi tecnologia que mais encolheu, seguida pela DTH (mini-parabólica). Fibra cresceu.

O mercado de TV paga perdeu clientes em junho de 2020, conforme dados da Anatel divulgados na última semana. Havia no país 15,18 milhões de clientes. O número representa uma queda de 0,44% em relação a maio. Ou seja, foram 67,32 mil desligamentos, mesmo durante a pandemia, em que mais pessoas ficaram em casa.

A Claro, maior operadora de TV do país, com 48,6% de market share, terminou junho com 7,38 milhões de acessos, 69,86 mil a menos que em maio. A Sky, segunda maior, com participação de 30,2%, adicionou 23,93 mil clientes, e terminou com base de 4,58 milhões.

Oi e Vivo também cresceram. A Oi adicionou 3,45 mil usuários, passando a ter 1,48 milhões de clientes (share de 9,8%). E a Vivo adicionou 541 acessos, permanecendo praticamente estável em relação a maio, com 1,27 milhão de clientes (fatia de 8,4%).

Outras empresas de menor porte perderam clientes. A Algar, por exemplo, desconectou 10 mil. A empresa saiu do segmento de TV paga, mas ainda tem 39 mil clientes no segmento. Empresas com menos de 22 mil clientes, agrupadas, perderam 13 mil acessos, e terminara o mês com 212 mil usuários.

Em termos de tecnologia, o DTH, abandonado por Algar, Oi, Vivo e Claro, continuou a encolher. Perdeu 31 mil acessos. A TV por fibra óptica (IPTV FTTH) ganhou 17 mil usuários. O cabo, usando principalmente pela Claro, perdeu 54 mil usuários.

Ainda assim, o DTH segue como plataforma mais utilizada do país, uma vez que todas as operadoras têm parte dos clientes com a tecnologia: 7,52 milhões. Em seguida vem o cabo coaxial, com 6,62 milhões. A fibra tem 1,02 milhão de clientes.

(Fonte: Rafael Bucco) - 03/08/2020
Startup de logística cresce 150% em volume de encomendas

A empresa Mandaê processou, no primeiro semestre de 2020, 1,5 milhões de encomendas, número próximo ao total de produtos enviados em 2019

A startup de logística Mandaê tem como objetivo otimizar o processo de entrega de empresas, utilizando um sistema de inteligência artificial, que detecta qual a melhor transportadora para o envio de pedidos até a casa dos clientes. Durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), a companhia teve crescimento de 150% no volume de encomendas em junho deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado.

O fundador da empresa, Marcelo Fujimoto, acredita que a alta no número de encomendas processadas pela Mandaê não foi apenas um reflexo do fechamento do comércio. “Esse crescimento passa também por uma mudança de comportamento”, afirma. “A população teve de adotar o online como sua opção principal de compra.” Durante o primeiro semestre de 2020, a startup otimizou a entrega de 1,5 milhões de produtos, ao passo que durante o ano inteiro de 2019, esse número foi de 2 milhões.



O CEO e fundador da Mandaê, Marcelo Fujimoto
Foto: Divulgação

Ao atender mais de 300 empresas com e-commerce, a Mandaê consegue monetizar a partir da coleta de uma parcela do frete pago pelos consumidores finais. A vantagem para os contratantes está na tecnologia utilizada pela startup, conta Fujimoto. “Nós auxiliamos o processo de seleção do transportador, levando em consideração o prazo e destino final”, afirma. “Além disso, também traçamos os melhores caminhos paras as encomendas.”

A ideia de empreender tecnologia no setor de logística e otimizar o processo de entrega de encomendas veio para Fujimoto após sua experiência como dono de um e-commerce de roupas infantis em 2012.

Na época, ele percebeu que, durante a etapa de envio do produto, a experiência do consumidor era prejudicada pela quantidade de problemas que os pacotes percorriam no trajeto.

Depois de dois anos trabalhando no e-commerce de roupas infantis, e percebendo uma oportunidade de mercado, Fujimoto decidiu criar a Mandaê. “A encomenda percorre caminhos longos e complexos para chegar na casa dos consumidores”, diz. “Com nosso sistema de inteligência artificial, e nossos algoritmos, otimizamos esse trajeto.” Outra vantagem da tecnologia da startup, afirma, é a diminuição de custos logísticos para as empresas que os contratam.

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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.