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Notícias na Florêncio de Abreu

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Como a Apple transforma grandes ideias em produtos para consumidores

Como prova o histórico da fabricante do iPhone e iPad, por mais que seja divertido pensar grande, também é muito importante pensar pequeno.

Às vezes é legal pensar grande.

Uma das maiores empresas do mercado de tecnologia, a Apple costuma focar seus esforços em produtos: coisas que ela cria e que acabarão sendo usadas pelos consumidores. Smartphones, tablets, computadores e por aí vai. Enquanto outras companhias de TI algumas vezes colocam energia e recursos em projetos grandiosos – ideias enormes e custosas que buscam remodelar o mundo, mas raramente

conseguem isso – a Apple normalmente parece contente em quebrar barreiras do aqui e agora.



Mas isso não significa que a empresa de Cupertino não tenha ambições maiores: a fabricante do iPhone apenas não fala sobre elas. Em muitos casos, isso é provavelmente porque essas ideias ainda não
atingiram o ponto necessário para se tornarem produtos discretos que a empresa pode produzir e vender. Quando você está se comprometendo com uma ideia grande, especialmente em um mercado consolidado, pode ser difícil refiná-la para o nível atômico de um produto.

Saudável e feliz

O segmento fitness e de saúde tem recebido uma atenção especial da Apple desde que Tim Cook assumiu o comando da empresa. Assim como a música era uma paixão de Steve Jobs, saúde e fitness parecem ter um lugar especial com o atual CEO da gigante. E a companhia “atacou” essa indústria a partir de ângulos diversos: o Apple Watch como um wearable com um forte componente fitness, o HealthKit como um repositório centralizado para informações de saúde no seu dispositivo, e o ResearchKit como uma forma de impulsionar o seu aparelho a melhorar a saúde a longo prazo.

Mesmo com tudo isso, ainda há muito trabalho a ser feito no conhecidamente complexo segmento de cuidados de saúde, e a Apple não está mostrando sinais de que pretende parar. Recentemente a empresa

fez uma incursão pelos registros médicos digitais, para tentar trazer às pessoas uma visão mais completa sobre a saúde de cada uma. Também existem rumores persistentes de que a companhia quer

expandir o tipo de rastreamento de saúde que o Apple Watch consegue realizar, e talvez até avançar para outros aparelhos e/ou acessórios.

A área de saúde costuma parecer uma indústria grande e monolítica, mas a abordagem incisiva da Apple de cortar as partes em que acredita que pode trazer mudanças verdadeiras permite que a empresa
aplique as suas próprias forças. Não está claro para onde a incursão da companhia no segmento vai seguir daqui – mais aparelhos, mais serviços, dispositivos mais capazes – mas está claro que as coisas estão apenas começando.

Você pode dirigir o meu carro

A outra grande arena em que a Apple vem depositando as suas atenções é o mercado automobilístico. Apesar de ainda precisar mostrar algo, está claro que a companhia possui muito interesse na área; você não tem mais permissões para carros autônomos do que a Tesla a não ser que esteja planejando fazer algo.

Até o momento, o único movimento da Apple no setor automotivo foi o CarPlay. Apesar de renovar o sistema de navegação e entretenimento dos carros certamente ser um setor que merece muita atenção, isso representa apenas a ponta do iceberg. Nos últimos, as fabricantes de veículos reforçaram as suas próprias tecnologias, com empresas como a Tesla realmente expandindo os limites para trazer as

mais recentes tecnologias do mercado – como telas touchscreen grandes, conectividade e outros recursos inteligentes – para esse segmento.

Tanto a Apple quanto o Google vêm trabalhando para levar as tecnologias que os consumidores usam no dia-a-dia para os carros, tornando-as mais simples e amigáveis aos motoristas. Mas parece que a Apple possui aspirações no segmento automotivo que vão além de simplesmente renovar a tecnologia com a qual o motorista e os passageiros interagem de forma direta. Como a empresa de Cupertino adquiriu muitas licenças para carros autônomos, parece claro que há algum tipo de sistema de direção em desenvolvimento.

No entanto, ainda não se sabe se isso envolveria a Apple construir algo que outras fabricantes usariam, trabalhar com parceiros automotivos específicos, ou construir o seu próprio carro do zero.

Transformar o grande em pequeno

O que fica claro nesses dois casos é que a Apple não é uma empresa focada puramente no mercado de eletrônicos de um modo tradicional. Há uma razão para a companhia ter descontinuado a sua linha de
roteadores wireless, ou para ter saído do mercado de displays (pelo menos até a chegada do próximo Mac Pro, em 2019). Antes mesmo disso, a Apple já tinha abandonado outros produtos, como impressoras, uma linha de câmeras digitais e o Newton.

E, mesmo com tudo isso, a Apple ainda é uma companhia que acredita em levar suas grandes ideias para os consumidores. Muitas empresas rivais em situações parecidas estariam trabalhando com outros
parceiros corporativos para desenvolver soluções por trás das cenas – soluções que poderiam nunca chegar ao usuário comum. Mas o cliente principal da Apple sempre foi o usuário final. Por isso, a
companhia adota uma tática decididamente diferente de deixar as grandes ideias pequenas o bastante para que elas possam se aplicar a mim e a você.

Assim como o super-herói Homem-Formiga, da Marvel, que pode se encolher para o tamanho de uma formiga e ainda manter toda a força do seu tamanho original, a Apple faz com que ideias pequenas tenham

a força de ideias muito maiores. Então, por mais que seja divertido pensar grande, também é muito importante pensar pequeno.


(Fonte: Dan Moren, Macworld / EUA) - 21/05/2018
5G estará disponível no Brasil em 2019, mas com foco na banda larga fixa

A Nokia, mais conhecida pelo público geral como marca de celulares, está cada vez mais voltando sua atuação para a fabricação de equipamentos de rede. Ela é quem fornece equipamentos para as nossas
operadoras de Internet no Brasil, por exemplo. E, segundo o que a empresa afirma, os brasileiros terão acesso, já no ano que vem, à quinta geração de redes móveis, o 5G.



anatel antena
Foto: Canaltech

Mas isso não significa que em 2019 você vai ter conexão ultrarrápida no seu celular para assistir a vídeos, jogar e acessar conteúdo na web. Inicialmente, o serviço ficará disponível como banda
larga fixa de alta velocidade, atingindo velocidades entre 200 Mbps e 400 Mbps.

Wilson Cardoso, que é diretor de tecnologia da Nokia para a América Latina, informou que as empresas de telecomunicações brasileiras já estão testando o 5G; entretanto, a indústria está aguardando

que a Anatel realize o leilão da faixa de 3,5 GHz para definir como ficará o futuro do 5G no país.

Espera-se que o evento aconteça logo no início de 2019 e que 200 MHz sejam divididos em quatro diferentes lotes. Após o leilão, a implementação comercial das redes de 5G poderia acontecer em um
período entre três e seis meses após o recebimento dos lotes de frequência pelas operadoras.

(Fonte: Ares Saturno) - 21/05/2018
70% dos mobile gamers no Brasil buscam jogar apenas títulos gratuitos

Pesquisa Game Brasil levantou perfil do gamer brasileiro em 2018; Segmento do eSports vem conquistando cada vez mais adeptos

A maioria dos brasileiros parece não querer investir muito em jogos nas lojas de aplicativos. Cerca de 70% daqueles que afirmam usar seus smartphones para jogar games somente jogam opções
gratuitas. A conclusão é da quinta edição da Pesquisa Game Brasil. De acordo com o levantamento, 9,5% dos usuários pagam por um jogo, às vezes, e apenas 2,4% costumam pagar por versões premium.

Quem apenas baixa jogos gratuitos defende que sempre existem outras opções gratuitas para esses jogos pagos, que os valores dos mesmos são caros, ou que eles correm o risco de não gostar do jogo.

Já os que compram afirmam que vale a pena experimentar, que alguns jogos pagos não têm substitutos gratuitos ou ainda que os valores são "baratos".

Mas e na hora de jogar e se deparar com banners de anúncio? "Quando perguntamos se os anúncios atrapalham, 82,9% deles afirmam que sim, sendo que, desses, 31,4% dizem que atrapalham muito.

Repetindo o resultado da PGB 2017, os jogadores ainda aceitam anúncios, porém não da forma que são feitos atualmente", ressalta a pesquisa realizada pelo Sioux Group, Blend New Research e ESPM. A
pesquisa teve a participação de 2.853 pessoas entrevistadas em 26 estados e no Distrito Federal, entre os meses de fevereiro e março.

Quem é o gamer brasileiro?

A pesquisa revelou que 75,5% dos brasileiros jogam jogos eletrônicos, independente da plataforma. Pelo terceiro ano consecutivo, mulheres ainda são maioria quando o assunto é games, são 58,9%.

Dentre os jogadores, a maioria tem entre 25 a 34 anos de idade (35,2%), seguido por quem tem entre 35 a 54 anos (32,7%). "Os jogadores hoje são decisores de compras, votam, formam família, etc. A
publicidade e marcas necessitam de dados e insights relevantes que ajudem na comunicação com este público.”, afirma Guilherme Camargo, CEO do Sioux Group.

Entretanto, um dado interessante é que apenas 26,4% daqueles que costumam jogar jogos eletrônicos se consideram um gamer. Essa diferença fica ainda mais visível quando observamos as jogadoras:
dentre elas, que são a maioria, apenas 20,1% se consideram gamers. Quanto aos homens, 35,4% dos jogadores se dizem ser, de fato, gamers.

Seguindo a tendência de anos anteriores, o smartphone continua o mais popular (84,3%), seguido de consoles (46,0%) e computadores (44,6%).

Espírito de competição cresce

Segundo avaliação da pesquisa, o eSports vem crescendo em importância dentro da prática dos jogadores e também na indústria de jogos eletrônicos. Dentre os entrevistados que possuem o hábito de
jogar games eletrônicos, um pouco mais da metade (54,1%) já ouviu falar sobre esse segmento e 47,2% afirmam jogar.

"Percebeu-se que os eSports no Brasil estão ganhando cada vez mais adeptos. Houve um crescimento bastante significativo em relação à PGB-2017. Em 2018, 20,2% dos jogadores de eSports afirmaram ter
participado de algum campeonato, sendo que, destes, 29,4% afirmaram fazer parte de algum time”, afirma o estudo.

Dentre aqueles que já ouviram falar de eSports, 37% acompanham campeonatos. Para assisti-los, o principal canal é o digital. 65,8% dos espectadores acompanham os jogos por Youtube e 20,6% pelo
Twitch. A TV paga ocupa um espaço significativo para o acesso às partidas: 46,2% dos entrevistados afirmam acompanhar por lá, ficando atrás apenas do YouTube.

Dos quatro jogos mais acompanhados, o “campeão de audiência” é de futebol. FIFA é o primeiro, com 60,6% de entrevistados. “O futebol está engendrado em nossa cultura e, como consequência, os jogos
sobre esse esporte ganham destaque na preferência do consumidor”, segundo Mauro Berimbau, Professor e Coordenador do Gamelab na ESPM.

Assim como os esportes “tradicionais”, a audiência dos eSports também traz consigo a instauração de ídolos, personalidades e celebridades. 43,8% dos jogadores de eSports acompanham algum
competidor.


(Fonte: @idgnow Da Redação) - 15/05/2018
Milhares de suecos já usam chips subcutâneos no lugar de cartões e chaves

Segundo a agência de notícias fancesa AFP, de 2015 até agora, já são mais de 3 mil pessoas na Suécia que possuem ao menos um microchip subcutâneo implantado em seus corpos. Os chips, que são
aproximadamente do tamanho de um grão de arroz e geralmente aplicados entre o indicador e polegar das mãos, ajudam a substituir diversos dispositvos que usamos cotidianamente, como cartões de
ônibus e metrô, as chaves de casa ou mesmo o registro de horas trabalhadas na empresa.



Implantes Chip
Foto: Canaltech

Esse último é o caso de Ulrika Celsing, uma sueca de 28 anos que trabalha em uma companhia que utiliza o método. Quando ela chega a seu local de trabalho, basta aproximar a mão de um receptor as portas se abrem. Quem também aderiu à inovação foi a companhia estatal de trens SJ, que agora escaneia as mãos de passageiros com os implantes de microchips para coletar suas passagens enquanto eles estão a bordo.

Implantando um chip
O procedimento de implantação subcutânea dos microchips é bastante semelhante aos chips que são implantados em animais de estimação, ou ainda os dispositivos hormonais usados desde a década de 1990 como método contraceptivo. Com uma pequena cânula, o modificador corporal insere o chip na mão do usuário, que poderá configurá-lo usando seu smartphone.


(Fonte: CANALTECH - Ares Saturno) - 15/05/2018
4 ferramentas digitais para otimizar o seu tempo na vida e no trabalho

Apps e sistemas de organização podem render minutos preciosos e tornar a vida mais produtiva; Especialista lista quatro deles

Se você acha que o dia deveria ter mais de 24 horas talvez precise apenas se organizar melhor. O volume de tarefas está cada vez maior e o tempo reduzido.

Usar ferramentas de organização pode dar a vocês minutos preciosos, no trabalho e na vida pessoal, e tornar a sua vida mais produtiva e também mais tranquila. Há vários aplicativos que podem ser baixados no celular e dicas simples para colocar em prática. Veja quatro dicas do especialista em software de gestão e diretor da ADV Tecnologia, José Claudio Brito.

1. Remember the milk

Quantas vezes você foi ao mercado e esqueceu de comprar leite? Ou, de fazer algo importante na sua rotina. A ferramenta “Remember the milk” ajuda quem tem muitas tarefas, mas sempre esquece uma delas. A plataforma ou aplicativo dão a opção de dividir suas obrigações pessoais das profissionais e editar diversas tarefas ao mesmo tempo. A interface permite visualizar quais foram realizadas ou não e priorizar sua rotina. Um ponto negativo é que tanto o site como o aplicativo só oferecem a versão do software em inglês.

2. Productivity owl

Quem nunca perdeu o foco no trabalho navegando na internet? O Productivity owl permite que você faça uma lista de sites que devem emitir um alerta quando acessados durante um tempo. Ou seja, todos aqueles sites que tiram sua concentração podem ser inseridos nessa lista como redes sociais, mensageiros, jogos ou até mesmo notícias. Obviamente, existe a opção de colocar sites que não podem ser bloqueados. Por exemplo, o da sua empresa. A plataforma só existe na versão em inglês e é uma extensão para o navegador Chrome.

3. Asana

O Asana permite organizar as suas atividades e as tarefas da sua equipe de forma central. É uma plataforma que oferece diversas funções para um trabalho mais produtivo e organizado. A ferramenta permite anexar documentos do Google Drive e Dropbox, por exemplo, e integrar com o e-mail. Você ainda consegue acompanhar os projetos por um calendário ou gráficos de produção. Diferente das outras ferramentas para ser mais organizado citadas acima, o Asana também está disponível na versão em português.

4. Sistema ERP

Não só as pessoas, mas a sua empresa também pode precisar de uma ferramenta que ajude a deixá-la organizada. A ADV Tecnologia conta com uma solução de gestão, conhecida também como ERP, que controla o financeiro do seu negócio, o estoque e a carteira de clientes, fazendo com que sua empresa seja ainda mais produtiva e lucrativa

(Fonte: Da Redação) - 07/05/2018
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.