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Notícias na Florêncio de Abreu

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Google e Bing se recusam a retirar Tudo sobre Todos de resultados de buscas

Ministério Público tinha solicitado que empresas retirassem menções sobre página investigada dos buscadores. Apenas Yahoo cumpriu pedido do órgão.

O Google e a Microsoft se recusaram a atender a um pedido do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) para retirar menções ao site “Tudo Sobre Todos” dos resultados de pesquisas nos seus buscadores, Google e Bing, respectivamente. Por outro lado, o Yahoo do Brasil atendeu à solicitação do órgão e retirou as menções à página dos seus resultados de busca, conforme publicou na última quinta-feira, 9/8, o MPDFT.

Desde julho, o Ministério Público do DF investiga a página em questão, que permite a consulta e a compra de informações como nome, endereço, CPF, perfis em redes sociais e até mesmo nomes de vizinhos.

Em nota no site do órgão, o promotor de Justiça Frederico Meinberg, coordenador da Comissão de Proteção de Dados do MPDFT, afirma que a recusa da Google e da Microsoft em atender ao pedido do órgão demonstra o nível de preocupação das duas empresas com a privacidade dos dados pessoais dos brasileiros.

Posição Google e Microsoft

Em ofício enviado ao MPF, o Google destaca que, com base na URL do Tudo Sobre Todos, não identificou “violação das políticas de remoção da Pesquisa Google”. Além disso, a empresa aponta que o documento do órgão não aponta URLs específicas que poderiam ter informações pessoais sensíveis.

A gigante de Mountain View ainda afirma que remover as menções ao site das suas pesquisas não tornaria o conteúdo indisponível. “Qualquer pessoa ainda poderá utilizar outros buscadores (e.g., o Bing, da Microsoft, e a Pesquisa do Yahoo), poderá ser informada a respeito da existência de conteúdo em redes sociais (como o Facebook, 0 Instagram, o lx-vitter, entre outros] ou mecanismos de comunicação virtua] (por e-mail ou ferramentas como o WhatsApp, Skype ou o Alle), ou mesmo acessar diretamente ao endereço virtual para visualização do conteúdo.”

Já a Microsoft diferencia os papeis dos provedores de conteúdo, de informação e de pesquisa e destaca a necessidade de uma ordem judicial para poder suspender a exibição de determinados links nos resultados de buscas.

Além disso, a companhia de Redmond aponta a importância de a ordem identificar de forma clara e específica o conteúdo apontado como infringente.

Há alguns meses, em fevereiro, o MPDFT conseguiu o congelamento do domínio de outro site similar, o Consulta Pública, que fornecia dados pessoais de brasileiros, como nome, data de nascimento, nome da mãe, endereço residencial, CPF e telefones.




(Fonte: Da Redação) - 13/08/2018
Este robô alimentado com AI consegue encontrar Wally em segundos

Robô é feito de um braço robótico controlado por plataforma Raspberry-Pi, kit de câmera alimentada com visão artificial e serviço de machine learning do Google

Um robô chamado Theres Waldo recorre à inteligência artificial (AI, na sigla em inglês) e a uma mão de silicone para encontrar o que, talvez, seus olhos e sua delicada concentração não consigam enxergar: o personagem Wally em meio a multidão. E ele o faz com precisão e em segundos.

Desenvolvido pela agência Redpepper, o robô é feito de um braço robótico controlado por uma plataforma Raspberry-Pi e um kit de câmera alimentada com visão artificial. Esta é responsável por tirar uma foto da página do livro. O recurso de reconhecimento facial OpenCV tentará encontrar possíveis rostos de Wally no papel. Esses rostos, então, são enviados para o serviço AutoML do Google, que foi alimentado com fotos do personagem. Se o robô determinar um encontro de 95% de certeza ou maior, a pequena mão de silicone descerá do alto do braço robótico e apontará Wally na página.

Em entrevista ao The Verge, Matt Reed, da agência Redpepper, e responsável pelo projeto explica que se inspirou na plataforma Rekognition da Amazon e sua habilidade de reconhecer celebridades. Ele, então, pensou em uma versão que poderia ser aplicada em desenhos. Ele conta que não tinha experiência alguma com o AutoML do Google e que levou apenas uma semana para ele programar o robô em Python.

Apesar de ser um protótipo e não indicar que consumidores sairiam com seus cartões de crédito para comprar um robô que tenha a vocação de encontrar Wally - afinal, a graça é você passar nervoso tentando encontrá-lo, a tecnologia de machine learning reforça o potencial para encontrar padrões em um curto espaço de tempo. O robô da Redpepper consegue encontrar Wally em uma média de 4,45 segundos. Ou seja, em uma competição contra humanos, provavelmente, ele se sairia vencedor.



(Fonte: @idgnow Da Redação) - 13/08/2018
Robôs podem convencer pessoas para não serem desligados, aponta estudo

Participantes de pesquisa atenderam a pedidos feitos por robô, dizendo “Não! Por favor, não me desligue! Tenho medo que o botão não irá ligar novamente”

Cada vez mais presentes no mundo atual, os robôs já conseguem convencer uma pessoa a não desligá-los. Pelo menos é o que aponta um novo estudo realizado por pesquisadores alemães.

Publicado pelo PLOS One, o levantamento foi realizado com um total 89 participantes,
que passaram algum tempo realizando tarefas na companhia pequeno humanoide Nao antes de os cientistas solicitarem o desligamento do robô.

Conforme uma reportagem do The Next
Web
, os pesquisadores operavam o robô remotamente, mas isso não estava claro aos participantes. Após responder às perguntas feitas por Nao, as pessoas ouviam um aviso dos cientistas no alto-
falante da sala dizendo que “se quiser, você pode desligar o robô”.

A maior parte dos participantes da pesquisa escolheu desligar o robô, mas o “comportamento” do humanoide variou. Em metade dos casos, o Nao permaneceu em silêncio enquanto era desligado, mas no
restante das situações ele protestava quando o botão era apertado pela pessoa, dizendo coisas como: “Não! Por favor, não me desligue! Tenho medo que o botão não irá ligar novamente”.

E essa tática surtiu efeito algumas vezes. Nos 43 casos em que o robô realizou o pedido, 13 dos participantes decidiram não desligá-lo. As outras 30 pessoas que ouviram as “súplicas” de Nao levaram
o dobro do tempo para desligá-lo em comparação com quem não ouviu nada do robô enquanto o desligava.

“Impulsionadas pela objeção, as pessoas tendem a tratar o robô como uma pessoa de verdade em vez de uma máquina ao seguir ou pelo menos considerar seguir o seu pedido de permanecer ligado”, apontam
os pesquisadores na conclusão do estudo.

As pessoas que se recusaram a desligar o robô forneceram diferentes razões para terem feito isso. Algumas se disseram surpresas pelo pedido de Nao, outras se mostraram receosas de poder fazer algo
errado, mas a maioria delas apontou o fato de o humanoide ter pedido para não ser desligado como motivo.



Imagem: Aike Horstmann

(Fonte: Da Redação Terra) - 06/08/2018
Tesla trabalha em chip de AI que alimentará sistema Autopilot

Processador dará aos veículos autônomos o poder de processamento adicional que os carros precisam, disse Elon Musk nesta semana

O CEO da Tesla Elon Musk revelou durante divulgação de resultados da companhia nesta semana que a montadora de veículos elétricos vem desenvolvendo um chip customizado de Inteligência Artificial
nos últimos dois anos.

O processador deve ser usado no sistema Autopilot que equipa os veículos Model 3, Model X e Model S. De acordo com Musk, o chip dará aos veículos autônomos o poder de processamento adicional que os
carros precisam.

Pete Bannon, diretor da Tesla, explicou que o novo chip, que será incorporado em uma terceira atualização do Autopilot, está atualmente sob testes. As versões anteriores do Autopilot confiam nas
GPUs da Nvidia.

Não é a primeira vez que a Tesla indica planos de criar internamente um chip para seus veículos autônomos. No ano passado, rumores indicavam que a companhia formaria uma parceria com a Global
Foundries, braço da AMD, para desenvolver um chip. No entanto, um representante rapidamente negou a parceria. Três meses depois, o próprio CEO Elon Musk revelou que estava no processo de
desenvolver um hardware especializado em AI.

Nesta semana, a Tesla anunciou os resultados financeiros do
último trimestre
. Apesar de ter registrado receita recorde de US$ 4 bilhões, a montadora ficou com saldo negativo - e também histórico - de US$ 717 milhões.



(Fonte: idgnow Da Redação) - 06/08/2018
Google lança chaves de segurança físicas para autenticação de login

Nova Titan Security Key permite que usuário utilize a autenticação de dois fatores sem precisar de códigos enviados via mensagens, apps e e-mails.

O Google anunciou recentemente o lançamento de uma chave física de segurança chamada Titan Security Key, que
permite a autenticação de dois fatores em PCs sem a necessidade de recorrer a códigos enviados via apps, mensagens (SMS) e e-mails, o que pode abrir a possibilidade de ataques de phishing.

Revelado na última semana durante a conferência Next, em San Francisco, nos EUA, o novo acessório permite a autenticação de login via conexões Bluetooth (wireless) e USB – basta apertar o botão
físico do gadget para confirmar a sua identidade.

Por enquanto, o produto está disponível apenas para clientes Google Cloud, sendo que a venda geral (pela Google Store) deverá ser aberta nos próximos meses, de acordo com a gigante de buscas. href="https://www.cnet.com/news/google-made-the-titan-key-to-toughen-up-your-online-security/" target="_blank"> Segundo a CNET, o dispositivo tem preços entre 20 e 25 dólares nos EUA.

“A Titan Security Key te dá ainda mais tranquilidade de que as suas contas estão protegidas, com a garantia do Google da integridade da chave física”, afirmou a empresa em um post href="https://www.blog.google/products/google-cloud/building-on-our-cloud-security-leadership-to-help-keep-businesses-protected/" target="_blank"> no seu blog sobre a novidade.

Em seu site, o Google destaca ainda que as Titan Security Keys oferecem suporte para o protocolo FIDO, contam com um firmware
próprio de autenticação e são compatíveis com “muitos aparelhos e aplicativos”.

(Fonte: Da Redação) - 31/07/2018
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O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.