HThe
Hm

Notícias na Florêncio de Abreu

Listando: 1 à 5 de 1074
FIBRA DEVE SE TORNAR PRINCIPAL TECNOLOGIA DE BANDA LARGA FIXA NO PAÍS EM 2020

Acessos com a tecnologia vão superar os 30% de participação de mercado naquele ano, passando o xDSL, em franco declínio, e o cable modem, que perde clientes em ritmo mais lento, conforme levantamento da Teleco.

Os acessos de banda larga fixa usando tecnologia de fibra óptica devem se tornar maioria no país em 2020, conforme cálculos feitos pela consultoria Teleco e divulgados no final de semana. A estimativa é que a fibra continue a ganhar mercado sobre o xDSL, que é usado principalmente pelas operadoras Telefônica e Oi. O cabo tende a perder espaço também, mas em um ritmo muito menor.

O FTTx (fibra), que em 2016 equivalia a 6,5% dos acessos brasileiros, deve superar os 30% em 2020, um pouco mais que o xDSL e o cable modem. “Nos últimos 2 anos a fibra acumulou adições líquidas de 3,9 milhões de acessos, enquanto os acessos de pares metálicos (xDSL) encolheram em 1,1 milhão”, destaca a Teleco.

Embora Telefônica e Oi estejam migrando clientes para a fibra, são os provedores regionais de acessos que estão disseminando a fibra no Brasil. As chamadas operadoras competitivas terminaram 2018 responsáveis por 57% dos acessos em fibra. Enquanto Telefônica tinha 46% dos acessos xDSL e a Oi, 44%. “A Vivo ainda conseguiu compensar estas perdas com o crescimento dos acessos em fibra, o que não ocorreu com a Oi”, ressalta a consultoria.

O interesse por fibra parece conduzir as operadoras competitivas ao crescimento, e as operadoras tradicionais, à retração. Os ISPs foram responsáveis por 84% das 2,14 milhões de adições de 2018.

Enquanto as demais perderam clientes apesar dos esforços em migrar para FTTH.

(Fonte: DA REDAÇÃO) - 22/04/2019
Robôs não têm um detector de coerência, diz pesquisador

Marcelo Finger, membro da comissão especial em inteligência artificial da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e professor da USP, diz que a interação de robôs e máquinas ainda está longe de ser natural

Embora apresentem avanços notáveis, robôs ainda não permitem uma interação entre humanos e máquinas como se fosse uma atividade entre velhos amigos. Marcelo Finger, membro da comissão especial em inteligência artificial da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e professor da USP, explica as razões para isso ainda estar longe de se tornar realidade - o problema está no "cérebro" da inteligência artificial. Por outro lado, ele demonstra a importância dessa comunicação chegar o mais perto possível de quando ocorre entre humanos.

Por que não é possível manter um diálogo aberto com um assistente de voz?

Esses programas de inteligência artificial não têm um modelo completo do interlocutor. Eles não sabem o que o interlocutor está esperando. Eles não têm como saber nem se uma conversa faz sentido.

Eles têm um conhecimento sobre um domínio específico, seja ele financeiro, ou de domínio de aplicações da casa. A quantidade de situações para as quais estão preparados para lidar é restrita.

Detector de coerência geral não existe. Pior: é impossível de fazer.

Como resolver os obstáculos linguísticos?

Além de bons modelos de redes neurais, com muitas camadas, a utilização de dezenas de conjuntos de textos com dezenas milhões de palavras tem sido crucial.

Faz sentido querermos um assistente que fale tão bem quanto um ser humano?

Para que as pessoas respondam da melhor forma possível, o ideal é que elas não percebam que estão falando com uma máquina. Assim, você deixa a pessoa mais relaxada e menos combativa. Além disso, a máquina precisa ouvir as pessoas falando do mesmo jeito que foram treinadas. Ou seja, falando naturalmente. Isso é importante, dada a limitação de variabilidade da máquina.

(Fonte: Bruno Romani Estadão) - 22/04/2019
Humanoide perde a vez entre robôs do Google

Empresa agora aposta em máquinas que aprendem novas habilidades sozinhas

Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso e conturbado programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e se moviam como seres humanos. Porém, pouco sobrou desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples, que possam aprender por si mesmos certas habilidades.

A nova iniciativa vem sendo chamada de Robotics at Google e é chefiada por Vincent Vanhouck, destacado cientista do Google. O francês Vanhoucke foi figura chave no desenvolvimento do Google Brain, o laboratório de inteligência artificial da empresa.


O New York Times foi o primeiro jornal a conhecer parte da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora as máquinas não sejam tão visualmente atraentes quanto os robôs humanoides, os pesquisadores do Google acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas têm mais potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de

objetos não familiares ou locomover-se no meio de obstáculos inesperados.

Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas - e não novos aparelhos extravagantes - será a chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e outras atividades.

Bola na lata. Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos ao acaso.

Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável. Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera que "olhava" dentro da lata, o sistema do Google aprendeu durante

14 horas de tentativa e erro.

O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma tarefa muito simples, mas criar um código de computador para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil. "Trata-se de aprender coisas mais complicadas do que se poderia imaginar", diz Shuran Song, um dos pesquisadores do projeto.

Em outro canto do laboratório, pesquisadores treinam mãos robóticas na manipulação de objetos - empurrar, puxar e girar sutilmente. Visualmente, as mãos de três dedos não têm nada de complexo. O software que as ajuda a aprender é o segredo e os pesquisadores esperam que as mãos aprendam a usar outras ferramentas.

O Google está adotando abordagens semelhantes em todo o hardware de sua robótica. O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina elaborada desenhada por seus engenheiros. Fabricado pela Universal Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O Google está treinando-o para fazer coisas que, de outro modo, ele não faria. "O aprendizado está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de baixo custo", diz Vikash Kumar, supervisor do projeto no Google.

Numa terceira parte do laboratório, pesquisadores estão treinando um robô móvel vendido por uma startup do Vale do Silício, a Fetch. Essa máquina rodante está aprendendo a navegar em espaços não familiares, o que pode ser útil em lugares como fábricas. O Google guarda segredo sobre como pretende empregar as tecnologias nas quais está trabalhando, mas, como acontece com outras formas de automação, a pergunta óbvia que surge é se elas vão exterminar empregos. / TRADUÇÃO DE ROBERTO MUNIZ

(Fonte: Cade Metz) - 16/04/2019
Você sabe qual o tempo de vida útil do seu celular?

Aprenda como melhorar a performance do seu smartphone

Você sabia que o Brasil está entre os países que mais acessam o celular diariamente? Ficamos atrás apenas de Indonésia, Tailândia, China e Coreia do Sul. Estamos em 5º lugar no ranking global de

uso do aparelho celular. Os dados são do Estado de Serviços Móveis, elaborado pela consultoria especializada em dados sobre aplicativos para dispositivos móveis App Annie.



Foto: freepik / Divulgação

Analisando todos os países, o usuário brasileiro de smartphone passa em média 3 horas por dia utilizando o celular para diversas funções: 50% do tempo é para navegar nas redes sociais, 15% para

assistir vídeos, 10% para jogos eletrônicos e o restante distribuídos em e-mails e outras aplicativos. Na comparação com 2016, o crescimento foi de 50%.


Foto: McAfee Network Associates Inc.

UE acusa 6 companhias de videogames de bloqueio geográfico injusto

A Comissão Europeia acusou a Valve, proprietária de uma plataforma de distribuição de videogames, e cinco publicadoras de jogos nesta sexta-feira, por impedir consumidores da União Europeia de

fazer compras online dentro das lojas dos países do bloco para encontrar o melhor negócio para os jogos oferecidos.

O caso é o mais recente movimento dos reguladores antitruste da UE contra as restrições transfronteiriças no comércio online, fundamental para o que é visto como uma parte importante do crescimento
econômico no bloco de 28 países.

A Comissão, que supervisiona a política de concorrência nos 28 países da UE, disse que as empresas eram a Valve Corp, dona da maior plataforma de distribuição de videogames do mundo, a Steam, e
cinco fabricantes de jogos - Bandai Namco, Capcom, Focus Home, Koch Media e ZeniMax.

"Num verdadeiro mercado único digital, os consumidores europeus devem ter o direito de comprar e jogar videogames de sua escolha, independentemente de onde morem na UE", disse a comissária europeia

Margrethe Vestager.

A Comissão enviou o que chama de "declaração de objeções" às empresas, permitindo-lhes responder e solicitar audiências para apresentar seus argumentos.

As empresas consideradas culpadas de comportamento anticoncorrencial podem ser multadas em até 10 por cento de seu faturamento global anual.

A Comissão disse estar preocupada com o fato de que a Valve e as cinco distribuidoras de jogos concordaram em impedir vendas transfronteiriças ao bloquear geograficamente as "chaves de ativação"
que permitem que os consumidores possam jogar.

Isso pode ter impedido os consumidores de comprar jogos mais baratos disponíveis em outros países da UE.

(Fonte: Philip Blenkinsop REUTERS) - 08/04/2019
Listando: 5 de 1074

Anuncie

Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.