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Google suspende transcrições de gravações de assistentes de voz na Europa, diz CNBC

O Google suspendeu as transcrições das gravações de voz feitas pelo Google Assistant na União Europeia, informou a CNBC nesta quinta-feira.

A empresa admitiu em meados de julho que parceiros que analisam as vozes gravadas pelo assistente vazaram mais de mil conversas particulares para um veículo de notícias belga, disse a matéria.

Acrescentando que algumas dessas gravações revelavam informações sensíveis, como condições médicas e endereços dos usuários.

O Google vai suspender as transcrições por pelo menos três meses, segundo a CNBC, citando a Associated Press.

O Google não respondeu imediadamente ao pedido de comentários da Reuters.

(Fonte: Reuters) - 05/08/2019
GOVERNO VAI MANTER “ORDEM DE GRANDEZA” DA LEI DE INFORMÁTICA EM NOVA MP

Secretário de Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, diz que intenção é garantir segurança jurídica à indústria que já planejou investimentos até 2029.

O governo vai manter a mesma ordem de grandeza dos benefícios fiscais previstos na Lei de Informática na nova legislação que está sendo feita para atender a exigências da Organização Mundial de Comércio (OMC), afirma Paulo Alvim, secretário de empreendedorismo e inovação do MCTIC.

O executivo afirma que a intenção do governo é garantir que as empresas que tenham planejado investimentos até 2029, com base da Lei de Informática, possam manter os planos e não partam para a judicialização. “A nova proposta de lei atende os pontos de ajuste da OMC, e dá garantias de tamanhos de incentivos e benefícios, com mecanismos aceitos”, afirmou ao Tele.Síntese.

O governo vai publicar medida provisória que substituirá a Lei de Informática até o final de agosto. Dessa forma, o país terá uma legislação nova sobre processos produtivos e incentivos a empresas do setor em janeiro de 2020. “Estamos discutindo utilizar o crédito genérico. Com isso a gente poderia garantir políticas de investimento na produção e P&D no horizonte até 2029, trabalhando na linha da segurança jurídica”, falou.

Crédito genérico é qualquer crédito que a empresa tem a receber e serão considerados “na mesma ordem de grandeza dos benefícios que se tem hoje”, conforme ele. O modelo está sendo construído com Casa Civil, Ministério da Economia, CGU, MCTIC, MRE. O governo vai aproveitar o texto também para simplificar procedimentos produtivos, embora ele não detalhe quais. “Este setor tem que ser estimulado”, disse.

MODELO RESOLVE
Para as fabricantes de equipamentos eletroeletrônicos, que se beneficiam da Lei de Informática, o uso de crédito genérico no lugar de isenção de IPI é uma boa notícia. “Acho uma proposta que incentiva a atividade de P&D e o PPB. É um modelo novo, bastante interessante para a indústria, é uma solução inteligente para sair do problema que foi a condenação da OMC”, disse Humberto Barbato, presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

A seu ver, a apresentação de medida provisória é mais eficiente que o envio de um projeto de lei. “A medida provisória tramita mais rápido, traz uma certa segurança. Já estamos vivendo à sombra desse problema há mais de dois anos, e isso paralisa investimentos”, opinou.

(Fonte: Rafael Bucco RAFAEL BUCCO) - 23/07/2019
GOVERNO TERÁ NOVO PROGRAMA DE CIDADES INTELIGENTES

MCTIC será integrador de ministérios na Câmara de Cidades Inteligentes, organismo que será criado nos próximo dias. O modelo anterior.

O governo prepara um novo programa de construção de cidades inteligentes, que não terá orçamento para a construção de infraestrutura. A liberação de dinheiro para o programa dependerá de diferentes ministérios, conforme a vertical trabalhada.

O MCTIC será responsável por articular a iniciativa. Será uma espécie de integrador político, chamando outras pastas para discussões e sugerindo investimentos. Caberá ao ministério trazer o da Segurança Pública, por exemplo, para discussões sobre uso de soluções inteligentes de segurança nas cidades.

Para fazer essa integração, o governo vai criar uma Câmara Nacional de Cidades Inteligentes Sustentáveis. O texto de criação dessa câmara será publicado no Diário Oficial da União nos próximos dias, conforme o secretário de telecomunicações do MCTIC, Vitor Menezes.

Depois, até o final do ano, sairá o decreto com mais detalhes sobre o programa – cujo texto ainda terá de passar pelo Conjur do MCTIC e depois pela Casa Civil.

“O Plano Nacional de Cidades Inteligentes Sustentáveis é pautado em TICs e tem base no decreto de políticas de telecomunicações e no decreto de IoT. A gente está se baseando no modelo da Onu, da UIT, que estabelece as verticais ambiental, social e econômica e define indicadores para chegar a cada uma”, explica Menezes.

Além do MCTIC, o Ministério do Desenvolvimento Regional também terá papel decisivo na integração com os demais ministérios dentro da Câmara de Cidades Inteligentes. “Dentro dela, cada ministério fará a discussão de seu interesse”, acrescenta Menezes. Segundo ele, o organismo vai ter também representantes do setor privado e de entidade representativa dos municípios.

FIM DO PROGRAMA CIDADES DIGITAIS
Com o novo programa, o MCTIC extingue de vez o antigo Cidades Digitais, que teve duas

fases: uma piloto, com 72 cidades, e outro dentro do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, ambos dentro dos governos Dilma Rousseff. Ao todo, o governo chegou a anunciar orçamento de R$ 239,5 milhões para financiar a construção de 331 cidades digitais. No caso, cidades pequenas, sem infraestrutura, teriam implantação de rede óptica ligando os órgãos públicos.

Os valores previstos para cada cidade variou significativamente. Houve locais onde o custo foi maior, e outros, menor. Hoje, o governo considera que foram terminadas e entregues obras em 143 cidades. Outras 12 estão em implantação e três estão paralisadas. Já 172 cidades não têm qualquer previsão para que sejam terminadas – destas, 77 receberam valores e serão as últimas contempladas.

A previsão, portanto, é que de 331 cidades previstas, 235 receberão infraestrutura. Até aqui, o programa consumiu R$ 4,1 milhões, embora mais dinheiro deva ser desembolsado para a conclusão daquelas 77 cidades para cujo término das obras ainda não há previsão. E não haverá nova edição do programa com este modelo.

(Fonte: Rafael Bucco RAFAEL BUCCO ) - 23/07/2019
Apple lança 6 audiobooks gratuitos em inglês narrados por personalidades (e um podcaster!)

A Apple convidou personalidades pra narrar em inglês grandes clássicos que foram transformados em audiobooks gratuitos

A Apple lançou seis audiobooks em inglês de graça pra todos os usuários do Apple Books. Os livros são autênticos e incontestáveis clássicos, cada um em seu estilo, mas com toda uma nova produção e narração feita por personalidades com perfis bem variados, mas também muito interessantes.

A pequena coleção gratuita começa pelo excepcional livro Frankenstein de Mary Shelley narrado pelo podcaster Aaron Mahnke (que eu acompanho semanalmente em Lore, Unobscured e The Cabinet of Curiosities) e vai adiante com The Secret Garden (O Jardim Secreto) de Frances Hodgson Burnett, narrado pela atriz Karen Gillan (A Nebula de Guardiões da Galáxia e Vingadores e a Amy Pond de Doctor Who) passando por The Time Machine (A Máquina do Tempo) de H.G. Wells, narrado pelo ator Kelsey Grammer (o Frasier).



Também estão na lista The Wonderful Wizard of Oz (O Mágico de Oz), narrado pelo ator e comediante Tituss Burgess; Pride and Prejudice (Orgulho e Preconceito)

narrado pela atriz Kate Beckinsale e Winnie the Pooh (O Ursinho Puff), o único que não é narrado por uma só pessoa, e sim pelo Disney Book Group.

O iBooks foi oficialmente lançado uns 7 anos atrás, mas nem sempre teve a devida atenção da Apple, isso até mudar de nome com a chegada do iOS 12, virando simplesmente Apple Books, o que foi um divisor de águas na história do app/serviço.

O Twitter do app Apple Books anunciou o lançamento feliz da vida, chamando os narradores de convidados especiais. Aaron Mahnke comemorou no seu perfil do Twitter a oportunidade de narrar esse grande clássico da literatura, que além de ótimo é considerado o primeiro livro de ficção científica da história.

Frankenstein inspirou muita coisa, desde milhares de livros e filmes, até malucos que querem transplantar cérebros humanos para robôs (daqui a uns 3 anos), até Shelley, uma inteligência artificial que cria contos de terror, e é claro que foi minha primeira escolha, já estou ouvindo com a voz familiar de Mahnke.

Gosto de ver a Apple incentivando a leitura (ou no caso a audição) de grandes livros, e torço para que a iniciativa continue no futuro com novos audiobooks gratuitos de verdadeiros clássicos que marcaram as vidas de várias gerações.

Como os seis audiobooks podem ser baixados gratuitamente para todo mundo que tiver uma conta da Apple e são todos ótimas pedidas, quem gosta de ouvir livros enquanto aproveita pra treinar o ouvido no idioma bretão certamente vai querer baixar e conferir todos.



Clique abaixo para fazer o download dos livros em suas páginas no Apple Books, ou faça uma busca pelos títulos no seu iTunes.

The Secret Garden narrado por Karen Gillan

Frankenstein narrado por Aaron Mahnke

Pride and Prejudice narrado por Kate Beckinsale

The Wonderful Wizard of Oz narrado por Tituss Burgess

Winnie the Pooh narrado pelo Disney Book Group

Para ouvir centenas de audiobooks gratuitos em inglês, recomendo
essa lista do Open Culture.

(Fonte: Nick Ellis ) - 16/07/2019
Era Industrial 4.0: a tecnologia mudou e você nem percebeu

Voltada à tecnologia, a indústria 4.0, já tem transformado muitos conhecimentos da tecnologia como parte do cotidiano.

Segundo o site Citisystems, o termo indústria 4.0 se originou a partir de um projeto de estratégias do governo alemão voltado à tecnologia, sendo usado pela primeira vez na Feira de Hannover em 2011. Seu fundamento básico implica que conectando máquinas, sistemas e ativos, as empresas poderão criar redes inteligentes ao longo de toda a cadeia de valor que podem controlar os módulos da produção de forma autônoma.

Ou seja, as fábricas inteligentes terão a capacidade e autonomia para agendar manutenções, prever falhas nos processos e se adaptar aos requisitos e mudanças não planejadas na produção. Assim, com a explicação do site, pode-se considerar que os pilares da industria 4.0 são Internet das Coisas (Internet of Things – IoT),
Big Data Analytics e Segurança.


Foto: Novoelo / Reprodução
Pensando nessa teoria, Leila Duarte, especialista Lean Six Sigma Yellow Belt, faz alguns apontamentos sobre a nova tendência.

GANHAR DINHEIRO x FAZER DINHEIRO
“Eletrodomésticos que se conectam via wi-fi, que apontam a vida útil do produto, ou informam quando deve ser feito a manutenção; carros que dirigem sozinhos;

biotecnologia (chips), impressora 3D com construção de tijolos, peças de carro, vestuário. Aplicativos com tradução simultânea de línguas, transferência de dinheiro apenas passando o celular frente ao outro, Bitcoins, Blockchain. Drone com reconhecimento facial”, exemplifica Leila Duarte.

“O que falar da IA? (Inteligência Artificial) já convivemos com ela e não percebemos. Chat Bots, você já deve ter ouvido falar do Watson, Siri, Bia e Alexa não é? O desafio aqui é a questão do acolhimento, que só seres humanos conseguem fazer. Mas, isso já está em estudo”, complementa.

As questões que a administradora levanta e deixa para reflexão pessoal são: Onde tudo isso vai repercutir? Teremos reflexos na indústria alimentícia? E os profissionais liberais? Sentirão a perda de quota de mercado? Como ficará o impacto nos laboratórios? Na indústria veterinária, Pet Shops? Escolas de Línguas, Call Centers, Construção Civil, Empresas automotivas, Moda? Casas de Câmbio devem sumir? E o Banco tradicional, repensar esse modelo? Será o fim dos cartórios?


Robôs, chat bots e Inteligência Artificial: aprenda a conviver com eles
Foto: Pierre Metivier / Visualhunt.com / CC BY-NC

COMPETÊNCIAS MAIS REQUISITADAS PARA O FUTURO
Explicando, a partir do site Nexialistas, o termo M.U.V.U.C.A. como M (Meaningful): tudo o que fazemos precisa ter sentido, propósito, significado; Universal (Universal): sempre precisamos analisar o impacto de nossas decisões. O que se faz aqui pode repercutir muito além; Volátil (Volatile): tudo muda rapidamente, precisamos reagir rápido; U (uncertainty): a única certeza que temos é que não temos certeza de nada; Complexo (Complex): As soluções dos problemas são mais complexas, as realidades são difíceis de interpretar; Ambíguo (Ambiguous): O que é bom hoje pode não ser amanhã.

Segundo Gustavo Leme, citado pela auditora 5S Lean: “Precisamos aprender a aprender e aprender a desaprender. Precisamos cada vez mais estar antenados nas novidades em nossa área de atuação. Na área de projetos e melhoria então? Não tem como não estar ligado no que ocorre no mundo, principalmente na área de tecnologia”, declara.

Assim, seguindo o pensamento de Leila, pode-se pensar nessas competências para agregar valor nessa “MUVUCA” que o mundo vive, em meio a: negociações Complexas, Gestão de Tarefas, Pensamento Crítico, Design Doing, Market Insight. Como serão os profissionais do futuro? Generalista? Especialista? Ou Nexialista?

ASSUNTOS MAL RESOLVIDOS ATRAPALHAM PROJETOS
Vários fatores atrapalham, conforme a especialista em Gerenciamento de Projetos (MBA), o andamento de um projeto, falha no escopo, comunicação interna, liderança, Treinamento e Desenvolvimento. Na Liderança, Leila levanta algumas questões a serem refletidas.

“Como é escolhido o líder? Qual critério é usado? É avaliado corretamente? Ou por ser líder não é avaliado? Se promovemos mal? Não nos livramos facilmente deles”, alerta ela.

Já no assunto de comunicação interna: “Aqui vão começar diversas desculpas. A comunicação não flui corretamente, equipe não sabe esperar orientações, não tem tempo de ler e-mail, mural, memorando, papel de pão, não sabem a estratégia da empresa”.

Pensando no quesito Treinamento e Desenvolvimento, Duarte afirma: “o bicho papão chamado budget, pouca mensuração de resultados, aula tradicional onde todos são tratados na mesma régua sem levar em consideração particularidades de aprendizado. Como dizia Albert Einstein: Todo mundo é um gênio. Mas, se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, ele vai gastar toda a sua vida acreditando que ele é estúpido”.

Por último, mas não menos importante, a reflexão sobre competências: “Como traduzir comportamentos observáveis? O mundo gira, mas as competências são as mesmas”.


Como fica então o e-learning e os treinamentos convencionais?
Foto: Dennis Schäffer / Visualhunt.com / CC BY-NC-SA

O FUTURO NÃO É TREINAMENTO
O que vem à mente quando falamos em T&D? O habitual treinamento presencial? Maçantes e-learnings? Onde o personagem mexe apenas uma mão do começo ao fim do curso?

“A indústria 4.0 está aí, tecnologia anda a passos largos. As gerações X, Y, Z, millenium e sabe qual mais termos virá pela frente, já nascem com tablet na mão postando nas redes sociais. Eles não passaram pela transição do analógico para o digital como muitos de nós ? eu me incluo nisso. Então porque usar o mesmo modelo do século passado e querer resultados diferentes e melhores?”, defende Leila. “Saímos de aprendizagem de massa (Gestão da Eficiência) para garantia de um processo de aprendizagem que é individual, mobile, inteligente.”

O APRENDIZADO 4.0
No mundo onde não se pode perder tempo, tudo é muito dinâmico. “Não podemos ocupar espaço em nosso HD com conhecimento desnecessário que não será utilizado agora, já nesse exato momento. Com isso, como privilegiar a individualização da aprendizagem? Podemos pensar da seguinte maneira: Trilha de desenvolvimento, Ecossistemas de conteúdo, projetos de curadoria, Projetos de Mentoria Estruturados”, sugere ela.

MOBILE E INTELIGENTE
A aprendizagem mobile já é realidade no cotidiano: A pessoa só precisa escolher quando e onde aprender.

“Precisamos ganhar tempo, então modelos preditivos que identifiquem preferências e façam sugestões com base no perfil do aprendiz são fundamentais. Nada de ficar preenchendo fichas enormes somente para protocolo ou atingir a meta de X cursos feitos no mês, que no final não trazem resultados tão significativos. Tempo exclusivo para aprendizagem é luxo. Por isso a aprendizagem inteligente garante que trabalho e aprendizagem andem de mãos dadas no mesmo processo.

Exemplos: Chatbots, Machine Learnings, Big Data e Modelos Preditivos, Adaptative Learning”, explica a administradora.

POR ONDE COMEÇAR?
Preste atenção não no que te respondem e sim no que buscam. “A área de TI, por questões de segurança, tem mapeado cada acesso de internet de cada máquina dentro da empresa. Podemos usar isso a favor quando for mapear quadro de cursos. Exemplo: um funcionário diz que tem a competência de negociação. Mas, pelo mapeamento existe vários acessos a curso no YouTube de como ser um bom negociador”, conta, mostrando que a resposta está na busca que a pessoa faz e não que ela te responde.

“Outro exemplo é quando buscamos um perfume no Google, depois aparece anúncios na nossa timeline do Facebook justamente sobre o perfume que procuramos. Ou seja, isso já é usado. Cabe a empresa repensar sobre esse assunto”.

Falando em soluções inteligentes, para finalizar, Leila cita: “Tudo é uma questão de mindset invertido. Porque não adianta nada fazer um mega fluxo, mudar processos, se não conseguirmos atender o nosso principal cliente que são os funcionários”.

(Fonte: Redação Digital) - 16/07/2019
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