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Notícias na Florêncio de Abreu

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Bill Gates investe US$78 mi em empresa de antenas de satélites

O bilionário Bill Gates está liderando a última rodada de investimentos da Kymeta, uma empresa de antenas de satélite, com um aporte de 78 milhões de dólares, disse o presidente da companhia à Reuters.



21/11/2019 REUTERS/Jason Lee
Foto: Reuters

A Kymeta, que vende antenas do tamanho de caixas de pizza para instalação em carros, trens e barcos, garantiu 85,2 milhões de dólares em capital. A empresa planeja lançar um serviço de internet via satélite por meio de uma assinatura mensal para clientes governamentais ainda este ano, disse o presidente e chefe de operações da Kymeta, Walter Berger, em entrevista.

"A tese aqui é avançar a conectividade em uma base global. O celular não faz isso", disse ele.

A empresa de Gates, que investiu em pelo menos uma outra rodada de financiamento, não retornou imediatamente um pedido de comentário.

As antenas da Kymeta se conectam principalmente a satélites em altitudes orbitais elevadas e podem fazer a conexão de locais remotos, bem como aviões e veículos em movimento.

Uma série de empresas, como a SpaceX de Elon Musk e a Amazon de Jeff Bezos, estão construindo redes de satélites de órbita baixa da Terra, uma aposta cara e de alto risco que levou a operadora de satélites OneWeb à falência.

A Kymeta planeja lançar um pacote de antenas de satélite até o final de 2020 por 1.000 dólares por mês, disse Berger.

A companhia tem negociado com várias empresas que constroem redes de satélites de baixa órbita, disse Berger.

(Fonte: Joey Roulette - Reuters ) - 25/08/2020
Remoção de Fortnite de lojas de aplicativos ameaça vida social de jovens jogadores

Uma notificação do YouTube interrompeu os estudos de Jack Erricker na manhã de sexta-feira, quando ele e crianças de todo o mundo acordaram com a notícia de que seu jogo favorito, Fortnite, havia sido retirado da App Store da Apple e da Play Store do Google.

"É basicamente o único jogo que eu jogo", disse Erricker, um garoto de 11 anos de Bengaluru, Índia, um jogador ávido do Fortnite em seu iPad. "Não estou feliz, não acho que seja uma decisão boa."

O Fortnite, que atraiu mais de 350 milhões de jogadores em todo o mundo, é especialmente popular entre os jogadores mais jovens e se tornou uma das poucas formas de contato com o mundo exterior para crianças presas em casa durante a pandemia de coronavírus. Incapazes de brincar do lado de fora, as crianças passam horas com os amigos conversando e competindo no Fortnite, que é gratuito para jogar e está disponível em quase todos os dispositivos.

A Apple e o Google, da Alphabet, removeram na quinta-feira o Fornite de suas lojas de aplicativos por violar as diretrizes de pagamento dentro do aplicativo, e a notícia se espalhou rapidamente entre crianças que, de outra forma, são muito jovens para entender manchetes da CNN, BBC ou New York Times.

A remoção significa que nenhum novo jogador pode baixar o jogo e o aplicativo não receberá atualizações nas lojas. Mas o jogo continuará funcionando por enquanto para quem já o possui.

Calum Jack, um garoto de 8 anos de Londres, ouviu a notícia sobre o Fortnite de amigos na Ásia assim que acordou às 6 da manhã. O assunto estava "em todo o YouTube", disse ele.

A dona do Fortnite, a Epic Games, desafiou a política da Apple de receber parte do valor das compras feitas dentro dos aplicativos, permitindo que usuários paguem à Epic diretamente a um preço mais baixo. As ramificações financeiras da mudança eram aparentes até mesmo para os jovens jogadores.

"A Epic estava cortando as margens de lucro da Apple", disse Zoraan Kunnel, 13, de Bengaluru, Índia.

Na quinta-feira, a Epic lançou um vídeo no Fortnite, no YouTube e em outros canais de mídia social zombando do icônico anúncio "1984" da Apple com a hashtag "FreeFortnite".

"Meus amigos acham que Fortnite vai ganhar a disputa", disse Erricker. "Há muitas pessoas que jogam Fortnite, e elas serão contra a Apple."

Quando questionado sobre o que ele fará se o jogo parar de funcionar em seu iPad, Jack disse: "Eu apenas jogaria no PS4".

Por US$ 100 ao ano, serviço promete limpar caixa de e-mails

Lançado pela startup americana Basecamp, Hey promete usar filtros para limpar a bagunça geral

De todos os males da internet, o e-mail é uma fonte de sofrimento sem plano de tratamento. Não há controle: qualquer pessoa - de um ex-namorado até atendentes de telemarketing - pode mandar um email. É irritante: ao comprar um produto online e compartilhar nosso endereço, uma empresa bombardeia a caixa de entrada com mensagens inúteis. E é um círculo vicioso: com muitos e-mails inúteis, muita gente também ignora a avalanche de mensagens que chegam todos os dias.

Mensagens de emails podem ser apagadas com a contratação de um serviço
Foto: Pixabay

A Basecamp, uma startup dona de uma ferramenta de colaboração online, está tentando reinventar o email com um novo aplicativo. Na semana passada, eles apresentaram o Hey, um serviço que custa US$ 99 ao ano e promete deixar uma interface mais limpa para a navegação na caixa de entrada. Seu principal atributo é uma ferramenta de triagem que podemos usar para decidir quem tem autorização para nos enviar emails - o que, teoricamente, ajuda a retomar o controle sobre nossas caixas de entrada. Não é muito diferente da possibilidade de bloquear remetentes em serviços como o Gmail, mas o Hey tem filtro por pessoas.

"As pessoas odeiam o email porque não conseguem mais controlá-lo", disse Jason Fried, presidente executivo da Basecamp. "Inverter as coisas e dar o controle ao usuário realmente é uma mudança radical".

Depois de mais ou menos uma semana de testes, é triste relatar que não senti que havia recuperado o controle sobre a minha caixa de entrada. E suspeito que a maioria das pessoas continuará achando que serviços gratuitos como o Gmail são bons o suficiente - e quando algo é gratuito e bom o suficiente, é difícil de batê-lo. O Hey deu um primeiro passo bem pensado, mas terá de fazer mais para convencer as pessoas a pagar US$ 99 por ano.

Além do mais, saí convencido de que a própria ideia de email está tão estragada que muitas pessoas já levaram a maior parte das conversas para outro lugar. Mais sobre isso logo adiante.

Eis aqui o que o Hey faz.

Semelhante aos primeiros tempos do Gmail, o Hey é um serviço aberto apenas para convidados. Para se inscrever, você precisa mandar uma mensagem para iwant@hey.com e contar à empresa como você se sente em relação ao email. Aí você recebe um código de inscrição.

Você pode acessar a sua caixa de entrada do Hey por meio de um navegador da Web ou de aplicativos criados para dispositivos Apple, Android, Windows e Linux. A grande estrela do Hey é a ferramenta de triagem. Quando você recebe um email de alguém pela primeira vez, uma mensagem na parte superior da tela o convida a filtrar o remetente. Em seguida, você é levado ao menu Filtros, que mostra uma lista de remetentes inéditos e oferece a opção de clicar em Sim ou Não para

receber emails desses endereços. Mas ele também tem outros benefícios.

>> Tecnologia anti-rastreamento: os rastreadores de email vêm de várias formas, como um único pixel invisível ou fontes especiais da web, e os profissionais de marketing costumam usá-los para detectar quando alguém abre uma mensagem e até mesmo onde a pessoa está quando abre o email. O Hey detecta automaticamente emails que têm rastreadores e alerta quando são bloqueados. É um passo à frente dos serviços gratuitos como o Gmail, que oferece pouquíssimas proteções contra rastreamento.

>> Um local para recibos e notas fiscais: quando você recebe as notas de transações comerciais ou viagens a trabalho, você pode clicar no botão "Mover" para enviá-lo para "Papelada", que é essencialmente uma pasta para documentos importantes.

>> Outras ferramentas de gerenciamento de emails: quando você recebe um e-mail importante do qual não quer se esquecer, pode fixá-lo para que uma pré-visualização da mensagem permaneça na parte inferior da tela do aplicativo. Você também pode sinalizar os emails aos quais planeja responder depois tocando no botão "Mais tarde".

Testar, testar, testar
Para testar o Hey, configurei duas das minhas contas do Gmail para encaminhar automaticamente todas as mensagens para o meu endereço @hey.com, na tentativa de ver se as ferramentas de triagem ajudariam minha caixa de entrada a ficar menos lotada. Logo de cara encontrei algumas falhas. Em alguns casos, a ferramenta de triagem foi útil: filtrei emails desagradáveis de campanhas políticas, promoções e locadoras de carros só clicando em "Não" para os remetentes.

Mas, quando se tratava de empresas que eu queria ouvir, a triagem virava uma tarefa árdua. Por exemplo: recebo muitos emails de marketing da companhia de seguros que contratei para minha casa, mas quero ouvi-la sobre recibos ou alterações contratuais. Como filtrar isso? Às vezes, as empresas enviam mensagens importantes e emails de marketing de diferentes endereços, mas nem sempre, e filtrar só os endereços com cara de spam se tornou um exercício tedioso.

A tecnologia anti-rastreamento do Hey também pareceu incompleta. O serviço bloqueia principalmente pixels de rastreamento e fontes especiais, que, quando carregados, avisam servidores externos para informar terceiros quando você abre o email.

Mas os rastreadores da web também vivem em outros lugares dos emails. Quando você clica numa palavra com hiperlink dentro de uma frase ou na foto de um moletom da Uniqlo, isso também pode alertar terceiros que você abriu o email e interagiu com seu conteúdo. (No passado, os bloqueadores de rastreadores de email que testei retiravam os hiperlinks que continham rastreadores).

Fried disse que as pessoas geralmente entendem que os links de email são direcionados para sites que os rastreiam. Eu discordo, respeitosamente. Minha preocupação é que, quando o Hey informa às pessoas que os rastreadores foram bloqueados, elas têm a falsa sensação de segurança.

Gostei muito de alguns dos outros recursos do Hey. Adorei a ferramenta que fixa os emails importantes na tela do aplicativo. A pasta "Papelada" também foi um recurso interessante para arrumar os recibos. Mas, mesmo assim, não pagaria pelo Hey, por causa de algumas das falhas que observei.

O email voltará a ser divertido?
Testar o Hey me fez relembrar da época em que o email era motivo de alegria. Nos dias da AOL, nos anos 1990, dependíamos do email para mandar mensagens a amigos e familiares. Quando o Gmail surgiu, em meados dos anos 2000, o Google ofereceu uma caixa de entrada gratuita e pesquisável, com mais armazenamento, o que acabava com a necessidade de excluir e-mails. Mas esse serviço tão usado não mudou muito desde então.

Em outras palavras, o email ficou chato. Muitas empresas tentaram oferecer uma experiência de email mais agradável. Em 2013, o Dropbox pagou US$ 100 milhões para adquirir o Mailbox, um aplicativo que ajudava os usuários a organizar a caixa de entrada. O Dropbox matou o aplicativo em 2015, depois de concluir que não era possível "fazer um conserto fundamental no email".

Depois de testar o Hey, olhei atentamente para meus dispositivos e percebi uma tendência. A grande maioria das minhas conversas digitais com familiares, amigos e colegas de trabalho acontece em aplicativos de mensagens como o iMessage, Google Hangouts e Slack. Minhas contas de email se transformaram num canal passivo para receber notas fiscais e newsletters.

Muitas pessoas talvez sintam a mesma coisa. Gente de 16 a 44 anos de idade passa mais tempo em aplicativos como Facebook Messenger, WhatsApp e Twitter do que no Gmail. E pessoas mais velhas gastam mais tempo no Gmail do que em aplicativos de mensagens, disse Amir Ghodrati, diretor de insights de mercado da App Annie, uma empresa de pesquisa.

(Fonte: Brian X. Chen - Estadão) - 17/08/2020
Cinco aprendizados que a comunicação interna tiraram dessa pandemia

Ainda é cedo, mas já podemos aprender algumas lições com os últimos meses e traçar táticas para nos reinventarmos intermamente.

Ainda é cedo para falarmos que já está claro como será o “novo normal”, mas certamente já podemos aprender algumas lições com os últimos quatro meses e traçar táticas para nos reinventarmos.

Dentre os diversos atores que cumpriram um papel essencial durante a crise, a comunicação interna das empresas ganhou um posto de destaque. Contar com uma CI estruturada e atuante se tornou crucial para manter o engajamento e a produtividade, alinhar as mensagens e cuidar da saúde mental dos profissionais e da cultura organizacional. Tudo isso se tornou fundamental para manter a reputação positiva e contribuir para que as empresas continuem caminhando neste momento. Para muitas companhias, nem todos os planejamentos funcionaram ou conseguiram seguir com sucesso, mas ainda há tempo de repensar novas rotas e aprender com o que já passou.

Abaixo, listo cinco aprendizados que a comunicação interna teve com a covid-19:

1 – Estratégia humanizada: pessoas em primeiro lugar. Esse foi um aprendizado que muitas empresas tiveram durante o pico da pandemia. Nunca se discutiu tanto a necessidade de uma cultura interna humanizada e estratégias que olham com mais atenção para a saúde física e também mental dos colaboradores. Principalmente neste cenário, onde muitas pessoas se viram afetadas. A comunicação tem que ter um papel de empatia.

De acordo com a quinta edição do Estudo Global de Tendências de Talentos, a experiência do funcionário é a principal prioridade do RH e 58% das organizações estão passando por mudanças para se tornarem mais centradas nas pessoas, mas ainda apenas 29% dos líderes de RH têm uma estratégia de benefícios de saúde e bem-estar estruturada. Por isso, é importante continuar desenvolvendo essa estratégia mais humana, para que isso vire comportamento diário em todas as corporações.

2 – Adotar a transformação digital: a quarentena e a mudança para o modelo a distância representaram também uma passagem forçada para o digital. Empresas que já estavam preparadas para esse transformação se saíram melhor e outras precisaram se adaptar rapidamente. Do ponto de vista estratégico, todas as soluções inovadoras tecnológicas, como por exemplo o Zoom e outras ferramentas online, foram responsáveis por manter muitos negócios funcionando.

Com as restrições de deslocamento e mobilidade, o RH e a comunicação interna precisaram se modernizar para atingir todos os colaboradores fora do espaço físico. O resultado? Cerca de 90% das empresas intensificaram o uso da comunicação digital com a criação de canais, plataformas e redes sociais corporativas.

3 – Comunicação transparente: a crise trouxe um momento de muitas incertezas e a comunicação se mostrou essencial para trazer não apenas conforto, mas direcionamento para toda a equipe. Uma comunicação constante e principalmente transparente durante um momento de crise mostra aos colaboradores que eles não estão sozinhos e que a companhia está ciente e preparada para lidar com todos os possíveis cenários. A transparência na comunicação também está diretamente ligada a sensação de confiança entre a equipe e a liderança, interferindo diretamente na produtividade e engajamento.

4 – Capacidade de analisar e prever cenários: um período de crise deixa evidente como um bom planejamento pode ser um diferencial. Se em um primeiro momento o susto da pandemia fez com que diversas companhias corressem para revisitar suas estratégias, agora muitas já se sentem mais preparadas e capazes de analisar os diversos cenários e se preparar para o que pode surgir. Para esses dias, só podemos contar com o imprevisível e a capacidade de lidar com as mudanças está entre as habilidades que todos os gestores e líderes tiveram que desenvolver.

5 – Flexibilidade: se hoje o home office se tornou uma prática comum e até mesmo definitiva para muitas empresas, essa transformação só aconteceu devido a necessidade do distanciamento social. Uma Pesquisa da startup Pulse concluiu que 78% dos brasileiros se sentem mais produtivos trabalhando remotamente. Outro estudo, do Capterra, software da consultoria Gartner, detectou que, para 70% dos gerentes, as empresas poderiam funcionar em seu pleno potencial com uma equipe totalmente remota.

A flexibilidade do modelo de trabalho ainda vai ser pauta no pós-pandemia. Muitos falam sobre um possível modelo híbrido, entre presencial e home office, enquanto outros preferem a prática a distância como opção prevalente. Nessa discussão, existe um consenso frequente: as mensagens precisam atingir os colaboradores além do espaço físico do trabalho.

A comunicação interna certamente vai se tornar ainda mais estratégica daqui para frente. Novas formas de comunicação devem ser adotadas para suprir as necessidades do mercado de trabalho. Dar voz aos colaboradores, estimulando o sentimento de pertencimento e que aproxime a empresa e seus colaboradores será cada vez mais importante.

Por André Franco é CEO do Dialog.ci, startup responsável por desenvolver uma plataforma online de comunicação interna e RH para melhorar o engajamento dentro das empresas

(Fonte: Por ADnews) - 10/08/2020
Funcionários do Facebook vão trabalhar remotamente até julho de 2021

A empresa também afirmou que vai disponibilizar US$ 1 mil adicionais para seus funcionários, a fim de cobrir os custos do home office

O Facebook anunciou nesta sexta-feira, 7, que seus funcionários poderão trabalhar remotamente até julho de 2021, por conta da pandemia do novo coronavírus. Desde o começo da quarentena, em março, quase todos os 48 mil funcionários da companhia estão trabalhando de casa.

"Com base na orientação de especialistas de saúde e do governo, bem como nas decisões extraídas de nossas discussões internas sobre esses assuntos, estamos permitindo que os funcionários continuem trabalhando voluntariamente em casa até julho de 2021", afirmou um porta-voz da empresa em comunicado nesta sexta.

O Facebook também afirmou que vai disponibilizar US$ 1 mil adicionais para seus funcionários, a fim de cobrir os custos do home office.

Em março, o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, revelou planos de manter o trabalho remoto mesmo após a pandemia. "Acho que é possível que nos próximos 5 a 10 anos a gente permita que cerca de metade da empresa trabalhe remotamente de forma permanente", disse Zuckerberg em um entrevista com site The Verge à época.

No mês passado, o Google também anunciou que vai manter a vasta maioria de seus 200 mil empregados e funcionários terceirizados trabalhando de casa até julho de 2021. A decisão afeta não apenas os funcionários do Google, mas também de todas as empresas da Alphabet, holding que controla a gigante de buscas.

(Fonte: Redação Link - Estadão) - 10/08/2020
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.